SP—Arte 2026
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SP—Arte 2026

Datas8 – 12 abr 2026

Para a edição de 2026 da SP—Arte, a FLEXA apresenta um stand que articula diferentes gerações de artistas brasileiros e estrangeiros, aproximando práticas que atravessam distintos tempos, territórios e linguagens. Reunindo nomes fundamentais da história da arte, a seleção reafirma o programa criterioso da galeria, pautado pela pluralidade de abordagens e pela força dos diálogos entre períodos históricos e latitudes.

Entre as obras apresentadas, Terra (1943), de Tarsila do Amaral, destaca-se como peça-chave da década de 1940. A pintura é composta de pinceladas leves, construindo uma atmosfera onírica e metafísica, na qual corpo e paisagem partilham dos mesmos pigmentos e as montanhas confundem-se com os cabelos da personagem.

O stand possui outros grandes destaques, como Azul Song (2022), em que Adriana Varejão desloca a paleta tradicional dos Azulejões ao incorporar referências ao celadon, um tipo de cerâmica chinesa conhecido pela tonalidade verde. Concetto spaziale, Attese (1961) de Lucio Fontana institui o corte como gesto estruturante, abrindo a superfície da tela e tensionando os limites entre pintura e objeto. O coreano Nam June Paik explorou, de forma visionária, o potencial das tecnologias e dos meios de comunicação de massa, sobretudo a televisão. Na obra Sem título (1988), o artista retorna à pintura para refletir sobre a própria linguagem televisiva, mobilizando as barras de cor, um dos códigos visuais mais elementares da televisão.

Vistas do estande

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